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Santo Antônio de Lisboa

Florianópolis|SC - 88030-000

Um pouco de História

Santo Antônio de Lisboa

Sérgio Luiz Ferreira*

O Distrito

O hoje distrito de Santo Antônio de Lisboa, outrora freguesia de Nossa Senhora das Necessidades, é composto atualmente pelas localidades de Santo Antônio de Lisboa, Cacupé, Sambaqui e Barra de Sambaqui e está localizado no Noroeste da Ilha de Santa Catarina, Município de Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.

Ver Mapa 1 – Localização de Florianópolis no Brasil [clique para ver a imagem]

A localidade foi elevada à categoria de freguesia em 1750, mas a ocupação luso-brasileira aconteceu na virada do século XVII para o século XVIII.

A freguesia teve sua área consideravelmente diminuída com a criação da freguesia de São Francisco de Paula de Canasvieiras, em 1835, e que teve sua área totalmente desmembrada da freguesia de Nossa Senhora das Necessidades. Com a criação da freguesia de Canasvieiras, deixaram de pertencer a Santo Antônio as localidades de Lagoinha, Ponta das Canas, Cachoeira do Bom Jesus, Vargem do Bom Jesus, Vargem Grande, Vargem Pequena, Canasvieiras, Jurerê, Pontal e Ponta Grossa.

Em 1934 foi emancipada a localidade de Ratones que virou distrito. Outra localidade que deixou de fazer parte do distrito, na década de 1980, foi Saco Grande, que hoje compreende os bairros João Paulo, Monte Verde e Saco Grande. Estes bairros hoje integram o distrito sede de Florianópolis.

Ver Mapa 2: Distrito de Santo Antônio de Lisboa (área atual)

 

Um pouco de sua história

O Século XIX foi o século da prosperidade econômica da freguesia. O Norte da Ilha tornara-se um celeiro de produção agrícola, sobretudo café, cana-de-açúcar e farinha de mandioca. O escoadouro natural desta produção era Santo Antônio. Cada esquina da sede da freguesia era moldurada por duas ou três casas comerciais. [1]

Nas duas primeiras décadas do século XX, Santo Antônio manteve sua posição privilegiada de ponto comercial do Norte da Ilha.

A década de 1920, no entanto, será um período de decadência. Muitas pessoas migraram para a cidade, inclusive muitos comerciantes.A paróquia também perde sua autonomia nesta década. A partir de 1922, com a morte do Cônego José Fabriciano Pereira Serpa, a paróquia ficou vaga e foi anexada à da Santíssima Trindade. O último pároco residente foi o Cônego Bernardo Bläsing, em 1959. Com a criação da Paróquia de São Francisco Xavier com sede no Saco Grande, em 1984, Santo Antônio passou a pertencer àquela paróquia. A outrora capela da Paróquia de Santo Antônio tornou-se matriz e a velha matriz paroquial, depois de mais de duzentos anos, tornou-se capela. [2]

Em 1943 o interventor federal em Santa Catarina, Nereu de Oliveira Ramos, mudou por decreto o nome de Santo Antônio para Rerituba, que em tupi-guarani significa “Abundância de ostra”. O nome não foi adotado pelo povo, e em 1948 o deputado estadual pelo PSD, Coronel Pedro Lopes Vieira apresentou o nome que o distrito tem hoje: Santo Antônio de Lisboa. Disse ele no seu discurso que o nome era uma justa homenagem ao padroeiro de Portugal, terra de onde vieram os povoadores do distrito. [3] O santo franciscano nasceu em Lisboa e por isso é invocado sob este título pelos portugueses. Também é chamado de Santo Antônio de Pádua pelos italianos, por ter falecido e estar enterrado naquela cidade italiana. O certo é que o intendente Raul Francisco Lisboa era cabo eleitoral do dito deputado, e a homenagem parece ser mais dirigida a Raul do que ao Santo português. [4]

A história da região de Santo Antônio anterior à ocupação de origem européia não deixou resquícios escritos nem na memória. Os sambaquis da região ainda não foram estudados de modo a nos oferecer dados concretos de como viviam os primeiros habitantes desta terra.


Povoadores

Padre Matheus de Leão

Segundo Oswaldo Rodrigues Cabral, a ocupação luso-brasileira de Santo Antônio data de 11 de janeiro de 1698. O capitão-mor de São Francisco do Sul, Domingos Francisco Francisques, procurador do Marquês de Cascaes, último sucessor do donatário da Capitania de Sant’Ana, antes de ter a Coroa portuguesa readquirido a capitania por compra, concedeu sesmarias de duas léguas compreendidas entre a Lagoa e o Rio Ratones ao Padre Matheus de Leão. Esta área original das sesmarias compreende hoje os bairros João Paulo, Monte Verde, Saco Grande e os distritos de Santo Antônio de Lisboa e Ratones. A terra confrontava-se ao Sul com a propriedade dos herdeiros de Francisco Dias Velho, considerado o fundador de Nossa Senhora do Desterro.  O padre teria se estabelecido com mais vinte casais. [5] Se esta ocupação do Padre Matheus de Leão prosperou a historiografia não dá notícias.

Manoel Manso de Avelar

Já sobre o segundo povoador, vários historiadores dele se ocuparam. Trata-se de Manoel Manso de Avelar, que é considerado o segundo povoador da Ilha de Santa Catarina e que morava na localidade de Sambaqui. Ele era, em 1725, Capitão de Ordenanças da Ilha quando o governador de São Paulo mandou que aumentasse a população da Ilha e construísse casas cobertas de telha. O capitão dizia residir na ilha desde 1700, era nascido em Lisboa e casado com Urbana Rodrigues Velha, natural de São Francisco do Sul. Dona Urbana era bisneta de Manoel Lourenço de Andrade, fundador e primeiro capitão mor da Vila de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco (atual São Francisco do Sul). Ainda hoje existem muitos descendentes de Manoel Manso de Avelar através de suas filhas Isabel Rodrigues de Mira, casada com Balthazar Soares Lousada e Margarida de Siqueira, casada com Sebastião Fernandes Camacho. A filha Clara Manso de Avelar, embora casada com Francisco Antônio Branco, não deixou descendentes. [6]

Manoel Manso de Avelar não quis repetir o fim trágico de Francisco Dias Velho, fundador de Desterro morto por piratas. Relacionava-se muito bem com os navios estrangeiros que aportavam na Ilha. O navegante Amédée François Frézier que passou pela Ilha em 1712 relatou que foi bem recebido por Manoel Manso de Avelar, e que após a visita dele ao navio, os habitantes não paravam de chegar em canoas com carregamentos de galinha, fumo e frutos. [7] Tradição, aliás, que permaneceu entre os moradores de Sambaqui até o fechamento do porto, a prática do escambo, que os moradores chamavam de “negociar ao bordo”.

Quando os navios ancoravam entre as Ilhas de Anhatomirim e Ratones muitos moradores saíam com suas canoas carregadas de víveres, frutos, pássaros e renda de bilro que eram trocados por fazenda, sal ou querosene. Muitas vezes, as pessoas que iam negociar a bordo eram surpreendidas pelo vento sul e precisavam ficar arribados no Forte de Santo Antônio da Ilha de Ratones até a tempestade passar, o que leva geralmente três dias. [8]

O sargento-mor morava nas proximidades da Praia da Aguada, que depois ficou conhecida como Calha d’água, em Sambaqui. Como os navios precisavam de água, víveres e madeira, Manuel Manso começou a comercializar com navios, inclusive estrangeiros, o que lhe rendeu um período de reclusão em Laguna sob a acusação de contrabando, uma vez que a Coroa portuguesa vedava comércio com estrangeiros. [9]

Açorianos

A contribuição açoriana foi a mais expressiva para o povoamento de Nossa Senhora das Necessidades.  Para se ter uma idéia no século XVIII, dentre as crianças livres batizadas em Santo Antônio de Lisboa 75% tinham avós açorianos, provenientes de todas as ilhas do Arquipélago. Fato curioso é a existência de ascendente inclusive da pequenina Ilha do Corvo, que ainda hoje possui uma população inferior a quinhentos habitantes. A grande contribuição foi dada pela Ilha Terceira com 34,2% dos indivíduos, seguida pela Ilha Graciosa com 18,7%, São Jorge com 15,9%, Pico, 12,2%, Faial, 11%, São Miguel, 6,5%, Flores, 0,4, Santa Maria, 0,1 e Corvo 0,08%.

Ver Mapa 3: Localização dos Açores no Atlântico Norte (destacado pelo retângulo)

Ver Mapa 4: Mapa das noves ilhas dos Açores

 

Outras etnias

Além dos açorianos, a segunda contribuição mais significativa para a formação da população da freguesia foi dada pelos descendentes de africanos, cerca de vinte por cento da população total. A praia ao norte da sede da freguesia se chama quilombo, por que ali habitavam muitos afro-descendentes proprietários de terra.

Além desses, tivemos, no século XIX, também portugueses do continente e espanhóis. Em menor escala tivemos franceses, como as famílias Roberge, Leveque de La Roque, Brincas, Fangier. Italianos: Vaz, Marquesi, Vecchio, Melilo, Lunsgari, Damasco, Pierre, Sartorato e Nappi. Alemães: Dressen, Roz, Lup e Feuerbach. Austríacos: Pemper, e Jadroskis. Bélga: Donguese. Estadunidense: Swan (Cisne). Gregos: Sirydakis, Manhatis, Moirates e Iconomos. Síria: Mansur, Náster e Nadir.

 

A Igreja de Nossa Senhora das Necessidades

O lugar foi florescendo e a 27 de abril de 1750, por provisão episcopal, foi nomeado vigário da freguesia de Nossa Senhora das Necessidades da Praia Comprida, o Padre Domingos Pereira Teles, natural da Ilha do Pico, nos Açores. [10] Antes da freguesia de Nossa Senhora das Necessidades só havia em Santa Catarina a freguesia de Nossa Senhora das Graças do Rio São Francisco, Santo Antônio dos Anjos da Laguna e Nossa Senhora do Desterro. O adensamento populacional se deu com a chegada dos casais açorianos a partir de 1748.

A igreja foi construída em terras doadas por Dona Clara Manso de Avelar, filha de Manuel Manso de Avelar. Mulher com fama de bondade que permanece na memória do povo até hoje, casou-se já em idade madura com o espanhol Francisco Antônio Branco. Ao doar as terras para a Igreja o fez em nome da fábrica do lugar (diretoria da igreja), enquanto não houvesse Confraria de Santo Antônio (até hoje não criada). Foi essa devoção de Dona Clara Manso de Avelar que fez com que Santo Antônio ganhasse o trono principal da Igreja e à Nossa Senhora das Necessidades fosse reservado o nicho aos pés do santo de Lisboa. Faleceu Dona Clara em 22 de outubro de 1790 com mais de cem anos de idade. [11]

A localidade apesar do nome oficial de Nossa Senhora das Necessidades ficou conhecida desde cedo como Santo Antônio, a ponto de em 1856 já ser chamada oficialmente de Santo Antônio. O navegante James George Semple Lisle, quando aportou na ilha em 1799, se referiu à localidade pelo nome de Santo Antônio e informou que o governador tinha ali uma casa que ocupava regularmente. [12] Aliás, parece que o hábito de utilização da freguesia como local de veraneio atravessou os séculos. O major Manuel Joaquim de Almeida Coelho, considerado o primeiro historiador catarinense, faleceu em 1871, quando veraneava em sua casa na sede da freguesia de Santo Antônio. [13] O século XIX foi um período de grande desenvolvimento econômico da região, a princípio com a produção de farinha de mandioca e depois de café.  O seu porto era muito movimentado, uma vez que era o ponto de escoamento de boa parte da produção agrícola do Norte da Ilha. Possuía inúmeras casas comerciais que lhe davam independência em relação a Desterro, todos os gêneros de consumo da época poderiam ser comprados em suas vendas. [14]

Na época em que o Brasil era colônia de Portugal havia o padroado, que consistia num tratado entre a Igreja Católica e os reinos, sobretudo Portugal e Espanha.  A Igreja delegava aos reis a administração da Igreja em seus domínios. O rei mandava construir as igrejas, nomeava os padres e os bispos. Nesse contexto a freguesia era a célula menor da estrutura administrativa do Reino de Portugal, tinha dimensão religiosa e político-administrativa. A Coroa não criava uma freguesia num lugar que ainda não tivesse pelo menos uma centena de famílias instaladas e um comércio florescente.

Existem controvérsias quanto à data do término da construção da igreja.  Em 1755, a igreja foi elevada a categoria de matriz paroquial, ora se a igreja foi elevada a esta categoria é porque já estava construída. Outro fator que aponta nesta direção é que quando dona Clara Manso de Avelar e seu marido Francisco Antônio Branco doaram as terras à fábrica do lugar, em 1756, o documento diz que o terreno começa ao Norte na casa de cal que serve de igreja. [15]

A Igreja teve seu patrimônio sacro furtado ao longo dos anos, a imagem de Santo Antônio em madeira policromada com esplendor de prata e menino de Jesus com esplendor de prata; menino Jesus e Coroa de prata da Nossa Senhora das Necessidades; imagem de Nossa Senhora do Rosário em madeira policromada; imagem de São Caetano em terracota; Santo Amaro em madeira policromada; Coroa do Divino Espírito Santo, que fora doado por dom Pedro II em 1845; castiçais em madeira, crucifixos em madeira, ostensório, naveta e turíbulo.
 
Padroeiros

Nossa Senhora das Necessidades

A padroeira da Freguesia e a Igreja é Nossa Senhora das Necessidades. Este é um dos mais de cem títulos que se dá à mãe de Jesus Cristo. Trata-se de uma devoção portuguesa surgida possivelmente no século XVII durante a “peste grande” que assolou Lisboa. Um casal de tecelões que fugia da peste, em 1580, encontrou uma imagem de Nossa Senhora da Saúde numa ermida em Ericeira e a levou para Lisboa, em 1604, onde construiu uma igreja no Alto de Alcântara.

Como estava situada junto ao rio Tejo, cedo a ermida passou a ser local de peregrinação, sobretudo de marinheiros que a ela pediam proteção para saúde e outras necessidades. Os marinheiros da carreira das Índias formaram uma Irmandade que, além de ampliar a ermida, instituiu uma festa anual, a festa do Espírito Santo ou Festa do Azeite, que incluía uma romaria para visitar e venerar a imagem da Senhora das Necessidades.

Dom Pedro II, rei de Portugal, curado de uma enfermidade em 1705, prometeu real proteção à ermida. O filho de Dom Pedro II, o rei Dom João V, o mesmo que criou a freguesia de Nossa Senhora das Necessidades em Santo Antônio de Lisboa, tomou para o reino a capela e mandou erigir um convento, o Convento da Congregação do Oratório de Lisboa.

Em 1834, com a extinção das congregações religiosas em Portugal, passou a ser residência de alguns membros da família real portuguesa, depois lugar de hospedagem de reis e nobres estrangeiros até se tornar, em 1950, sede do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal.

Este título atribuído à Virgem é encontrado em meia dúzia de lugares em Portugal. No Brasil, além de Santo Antônio de Lisboa, temos notícias de uma capela que havia em Ouro Preto mas que já foi demolida.

Santo Antônio de Lisboa

Santo Antônio nasceu em Lisboa (Portugal) no dia 15 de agosto de 1195, batizado com o nome de Fernando de Bulhões. Tornou-se franciscano em 1220, chegando a conviver com São Francisco de Assis, fundador da ordem. Foi teólogo, primeiro doutor admitido na ordem franciscana, combateu heresias na França e na Itália. Tornou-se pregador conhecido pela grande capacidade de oratória. Ficou famoso com o “Sermão aos peixes”. Morreu em Pádua (Itália) no dia 13 de junho de 1231 aos 36 anos com fama de santo. 11 meses depois foi canonizado pelo Papa Gregório IX. Sendo chamado de Santo Antônio de Lisboa ou de Pádua.

É considerado protetor das almas do purgatório, propiciador de bons casamentos, defensor dos animais, curandeiro e advogado dos objetos perdidos.

Festa do Divino

A Festa do Divino Espírito Santo e Nossa Senhora das Necessidades é a principal confraternização da comunidade, expressão máxima da cultura e da religiosidade açoriana. Realiza-se, segundo a tradição, desde 1754, em Santo Antônio.

Entre as várias atrações encontra-se o cortejo imperial que é uma tradição popular legada pelos colonizadores açorianos. Sua origem encontra-se na Idade Média, quando a rainha Santa Isabel (1270-1336), esposa de Dom Diniz, durante os festejos do Espírito Santo, transferia simbolicamente poderes reais a uma pessoa do povo por três dias. No dia da coroação desta pessoa era realizado o cortejo imperial, representando a corte portuguesa.

Acontece também durante a festa a coroação da imagem secular de Nossa Senhora das Necessidades. Meninas vestidas de anjo homenageiam a mãe de Cristo com uma encenação emocionante e bela.

Outras atrações da região

O pôr do Sul na região é algo inesquecível, espetáculo único, a ponto de ser conhecida como Costa do Sol do Poente.

Santo Antônio de Lisboa e Sambaqui são hoje um importante corredor gastronômico da Ilha. Há inúmeros bares e restaurantes onde é possível comer frutos do mar frescos e saborosos, sobretudo ostra e marisco cultivados na região.

Na Rua Cônego Serpa No. 30 funciona a Casa Açoriana de Artes e Tramóias Ilhoas, uma galeria de arte e cultura da Ilha.

Na Praça Roldão da Rocha Pires acontece nos finais de semana a Feira das Alfaias, uma bela feira de arte e artesanato.

A Ponta de Sambaqui é lugar de visita obrigatória para quem visita o Noroeste da Ilha. Trata-se de um bosque de árvores nativas, sobretudo aroeiras e pitangueiras.

Na estrada geral de Sambaqui No. 2990 fica o Antigo Posto da Alfândega, sede da Associação do Bairro de Sambaqui, onde é possível visitar o Boi-de-Mamão e a feira de arte e artesanato.

No verão acontece a Gincaponta (Gincana da Ponta de Sambaqui) e no Carnaval há desfiles dos blocos Engenho de Dentro em Sambaqui e Unidos do Avante e Baiacu de Alguém em Santo Antônio.

 

Referencial

[1] SOARES, Iaponan (org.). Santo Antônio de Lisboa: Vida e Memória. Florianópolis: Fundação Franklin Cascaes, 1990. p. 25-26.

[2] FERREIRA, Sérgio Luiz (Org.). Histórias quase todas verdadeiras: 300 anos de Santo Antônio e Sambaqui. Fpolis: Editora das Águas, 1998. p. 13-14.

[3] Informação prestada, em entrevista informal, por Altino Dealtino Cabral em 05.04.1993. Ele assistiu à referida sessão da Assembléia Legislativa.

[4] FERREIRA. Op. cit. p. 14.

[5] CABRAL, Oswaldo Rodrigues. História de Santa Catarina. 2a. ed. Rio de Janeiro: Laudes, 1970. p. 72.

[6] NASCIMENTO, Antônio Roberto. A descendência no fundador de São Francisco do Sul. Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina. 3a. fase, no. 17, 1998. p. 9-46.

[7] Ilha de Santa Catarina: relatos de viajantes estrangeiros nos séculos XVIII e XIX; compilado por Paulo Berger, 2ª edição. Florianópolis: Editora da UFSC/ Assembléia Legislativa, 1984. p. 22.

[8] Informação prestada por Emília Ferreira em 1988.

[9] SOARES, Iaponan (org.). Santo Antônio de Lisboa: Vida e Memória. Florianópolis: Fundação Franklin Cascaes, 1990. p. 132.

[10] PIZARRO, José de Araújo. Memórias históricas do Rio de Janeiro. Tomo 5. p. 55

[11] SOARES, Iaponan (org.). Santo Antônio de Lisboa: Vida e Memória. Florianópolis: Fundação Franklin Cascaes, 1990. p. 131,

[12] BERGER, Paulo (compilador). Relatos de viajantes estrangeiros nos séculos XVIII e XIX. 2a. ed. Florianópolis: Editora da UFSC/ Assembléia Legislativa, 1984. p. 126

[13] BOITEUX, Lucas Alexandre. Catarinetas de prol: o historiador Manuel Joaquim de Almeida Coelho. In: A Gazeta, 27.02.1921. p. 2

[14] FERREIRA, Sérgio Luiz (org.). Histórias quase todas verdadeiras: 300 anos de Santo Antônio e Sambaqui. Florianópolis: Editora das Águas, 1998. 12-13.

[15] Ibidem. p. 24-25.

 

*Doutor em História pela Universidade Federal de Santa Catarina. Sua tese de doutoramento foi elaborada a partir dos dados genealógicos de Santo Antônio de Lisboa de 1780 a 1922. Interessados em árvores genealógicas das famílias de Santo Antônio de Lisboa podem entrar em contato pelo e-mail sergioluiz.ferreira@gmail.com


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